Durante décadas, o futebol foi tratado como território masculino por definição. Não por falta de mulheres, mas por excesso de silêncio sobre elas. É dessa distorção, naturalizada por gerações, que parte “Sem pedir licença — Dificuldades, conquistas e a força da presença feminina dentro e fora de campo”. A obra mergulha em um dos espaços mais simbólicos da cultura brasileira para expor o que sempre esteve ali, mas raramente foi ouvido. A publicação não tenta reescrever a história com heroínas perfeitas nem criar antagonistas fáceis. Vai por outro caminho: observa. Mostra como torcedoras, profissionais e jogadoras ocupam o futebol há
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